segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Primeiro e ultimo poema da vida

"Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder."

Trecho do poema "Amigo aprendiz", de Fernando Pessoa.



Adianto, não sou poeta e nem gostaria ser, mas de repente, não mais que por uma coincidência das emoções, escrevi esse poema, bobinho e sei lá se pode ser chamado de poema, foi assim, um susto quando eu nem imaginava saber rimar, não palavras, mas sentimentos.
Espero que gostem, se não, paciência.



"Faz de conta que eu sou um nada
um conto de fadas, uma fantasia inventada.
Aquele desejo bandido, oculto e perdido nas brechas do pensamento.

Este que só quer de mim um momento
para que tudo se ajuste com o tempo
ou acabe ao menos.

Enfim, talvez ele seja como o vento
belo e lento.
Ou seria como uma tempestade que balança os barcos
e vagarosamente me invade?

Por isso, faz de conta que sou de mentira
meias verdades, contadas e acreditadas.
E se possível, faz de conta que entende as palavras
que é minha única vaidade.
Faz de conta que te amo com sinceridade."

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