Raul Seixas, Cantor, Compositor e outras coisinhas mais...
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“Ei viadinho, por que não vira homem?!”
E mesmo sendo uma frase com efeito preconceituoso, podemos extrair algumas linhas de reflexões dela.
Ser ou não ser como os “outros”, eis a questão, não é mesmo? Mas ser como quem?
Fica difícil tem uma opinião formada por esse assunto quando não se tem uma referencia solida sobre. E essa alusão de certo ou errado, de bom ou ruim, homem ou bicha, vem de algum processo conhecido com puberdade, carinhosamente apelida pela medicina como a “fase da auto descoberta”.
Imagine entrar no seu quarto, abrir o armário e deparar-se com um individuo estranho dentro do seu armário?
A fase que marca o iniciar da adolescência é algo critico nas nossas futuras decisões, mas não deixam de serem as mais maravilhosas.
Olhar para dentro do nosso armário e encontrar um estranho com pouca semelhança do que somos até então é como um parafuso, uma ressaca de sentimentos e identidade. Que diga os EMOS.
E após o trauma metamórfico, acordamos no dia seguinte ainda sem saber ao certo se viramos sapo ou príncipe. Temos de aceitar o sapato novo e deixá-lo se ajeitar em nós. Nunca ajuste-se a situação deixe-a se ajustar a você.
Posso parecer um idiota do tipo politicamente correto falando de coisas que só se ouve uma vez na vida numa palestra estudantil. Mas é importante lembrar que ainda estaremos na puberdade, na fase de alta descoberta durante um período muito longo depois dos quinze. Digamos, até o fim da vida.
Esse é o ponto que demorei tocar. Tocar na nossa ferida, na idéia que não somos adultos, que havia um menino e agora ficam os homens, vários homens.
Parar de resistir às metamorfoses, deixá-las seguir seu rumo na nossa vida.
Talvez queiramos ficar em um estagio dela por que nos convém ficar naquela situação, mas nada será bom o suficiente na vida, precisamos nos aprimorar, aprender, sobreviver. Nós transformar.
“Depois que o grito do opressor foi dado e o ‘viadinho’ olhou para o individuo que o ofendia da janela de um ônibus parado no sinal, sorriu como agradecendo, naquele estante somente quis agradecer o 'elogio' .”
E mesmo sendo uma frase com efeito preconceituoso, podemos extrair algumas linhas de reflexões dela.
Ser ou não ser como os “outros”, eis a questão, não é mesmo? Mas ser como quem?
Fica difícil tem uma opinião formada por esse assunto quando não se tem uma referencia solida sobre. E essa alusão de certo ou errado, de bom ou ruim, homem ou bicha, vem de algum processo conhecido com puberdade, carinhosamente apelida pela medicina como a “fase da auto descoberta”.
Imagine entrar no seu quarto, abrir o armário e deparar-se com um individuo estranho dentro do seu armário?
A fase que marca o iniciar da adolescência é algo critico nas nossas futuras decisões, mas não deixam de serem as mais maravilhosas.
Olhar para dentro do nosso armário e encontrar um estranho com pouca semelhança do que somos até então é como um parafuso, uma ressaca de sentimentos e identidade. Que diga os EMOS.
E após o trauma metamórfico, acordamos no dia seguinte ainda sem saber ao certo se viramos sapo ou príncipe. Temos de aceitar o sapato novo e deixá-lo se ajeitar em nós. Nunca ajuste-se a situação deixe-a se ajustar a você.
Posso parecer um idiota do tipo politicamente correto falando de coisas que só se ouve uma vez na vida numa palestra estudantil. Mas é importante lembrar que ainda estaremos na puberdade, na fase de alta descoberta durante um período muito longo depois dos quinze. Digamos, até o fim da vida.
Esse é o ponto que demorei tocar. Tocar na nossa ferida, na idéia que não somos adultos, que havia um menino e agora ficam os homens, vários homens.
Parar de resistir às metamorfoses, deixá-las seguir seu rumo na nossa vida.
Talvez queiramos ficar em um estagio dela por que nos convém ficar naquela situação, mas nada será bom o suficiente na vida, precisamos nos aprimorar, aprender, sobreviver. Nós transformar.
“Depois que o grito do opressor foi dado e o ‘viadinho’ olhou para o individuo que o ofendia da janela de um ônibus parado no sinal, sorriu como agradecendo, naquele estante somente quis agradecer o 'elogio' .”
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